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A vida em caracteres

25
Jan17

A minha relação intima com os emojis

Jessica

E aquele momento em que, ao comentares os post's dos teus blogs favoritos, te apercebes que só vives à base de emojis?

Foi o meu caso hoje, enquanto me actualizava no mundo da blogosfera. Não sou do género de pessoa cujos amigos enviam um testamento e recebem como resposta um "LOL", "tá" ou mesmo um "", mas sou sem dúvida pessoa para, a cada frase que escrevo, adicionar no fim um pequeno emoji'zinho correspondente à cara que faria caso estivesse com a pessoa ... E é aqui que pareço ouvir ecoar a voz do meu pai "vocês e as tecnologia". Pois, parece que o velhote até tem alguma razão. Mas sapo? Não sou fã dos teus emojis! São assim aos anos, faz lá aí um upgrade. 

 

- ❥-

25
Jan17

E depois do Adeus

Jessica

1 ano e 25 dias volvidos e eis que chega a altura de regressar ao blog. 

Hora de regressar com uma nova energia. Um novo olhar sobre as coisas. Hora de voltar sem mágoas no peito, só lições. Hora de voltar cheia de vontade de escrever. Hora de voltar, feliz! 

Há dias maus? Oh se há. Mas a vontade é agora diferente! 

Não vou apagar os meus post's anteriores. Fazem parte da minha história, das minhas recordações. Mas de agora em diante, alguns serão só meus. 

 

- ❥-

30
Dez15

Foi um ano bom, pelos motivos maus

Jessica

Não foi um ano fácil. Mas foi um ano bom, pelos motivos maus.

Foi um ano triste. Um ano de muitas lágrimas, noites mal dormidas, pensamentos maus, ausência de sorrisos e gargalhadas, de preocupações ... mas foi, acima de tudo, um ano de grande aprendizagem, de autoconhecimento e de experiências. 

Senti, principalmente nos últimos dois/três meses, ao olhar para trás que passei por 2015 sem o viver. E, honestamente, é isso que mais me entristece. Olhar e ver a rapariga triste e deprimida em que me estava a tornar e na qual nunca me revi. Lembro-me muito bem de em Outubro, enquanto esperava por uma papelada do médico, olhar para o calendário que estava em cim do balcão. Aqueles calendários grandes com imensa publicidade em redor e questionei a minha mãe apontando inicialmente para o dia 17 de Fevereiro e, posteriormente, para o dia presente - "Meu deus ... O que é que eu fiz com o meu tempo daqui ...até aqui?", obviamente que se tratava de uma pergunta retórica, mas à qual a minha mãe não se inibiu de dar resposta. Sim, a minha mãe ...a pessoa maravilhosa que aturou tanto este ano. 

Foi um ano que sofri, pelas escolhas erradas que fiz, e perdi o chão. Mas foi também um ano em que percebi que, por mais que o chão desabasse, há algo que não nos deixa cair, mesmo quando teimamos em ir abaixo... esse papel? É da Amizade e não do amor. 

Foi o ano em que percebi a força que tenho. Para tentar... E para tentar mais uma vez mesmo quando me dizem que não!! Foi um ano de conquistas académicas, que não poderiam ter terminado da melhor forma. 

Foi um ano bom, pelos motivos maus.

Mas foi também um ano em que conheci, mais profundamente, as minhas fraquezas. Aquelas que não posso orgulhosamente aqui dizer que tenha vencido, mas posso dizer, certamente, que estão na minha lista de batalhas para 2016! 

Este ano, de 2015, não me faz olhar cheia desejos tresloucados, daqueles mesmo à novela mexicana romântica,  para 2016...

Faz-me sim, olhar para 2016 com um desejo louco de ser melhor, de olhar para a vida com outros olhos, de ser mais paciente, com os outros e principalmente comigo, de sorrir mais vezes, sem motivo! Acima de tudo, de ser feliz e fazer aquilo que não fiz este ano, de viver! De viver no presente, de viver com as escolhas que faço e viver bem com elas. Viver com a certeza que tudo o que preciso é de mim própria para ser feliz e que "nada" mais importa. Estes são, sem sombra de dúvida, os meus desejos para o ano que se segue. 

 

"Façam o favor de serem felizes." 

- ❥-

14
Out15

Palavras aos meus amigos

Jessica

❝ ❞

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obrigada por me fazerem ver o quão grande é o mundo, e o quão pequenas são algumas pessoas.

obrigada por me ajudarem a acreditar que os dias maus são passageiros, que os dias de sol compensam todos os outros e que quem decide como cada dia termina, somos sempre nós.

obrigada por me mostrarem que é sempre possível recomeçar. e que na vida sobrevivemos a tudo, menos à falta de fé em nós mesmos.

obrigada por me ensinarem a encerrar ciclos, a virar páginas e a ter coragem 

- ❥-

 

09
Out15

Coisas que me dizem

Jessica

Estava eu na cantina da faculdade à espera de ser atendida quando vejo aquela alminha parva pairar ao meu lado com um sorriso rasgado e já a dizer : 

- Vá despacha-te que tenho de ir, já tenho coisas combinadas ! - informa-me com um ar muito comprometedor do qual me ri de imediato ao adivinhar o que seriam "as coisas combinadas".

- Então mas eu não tenho nada para dizer tu é que disseste que vinhas até à faculdade Mary...Logo bebemos café para me informares sobre as tuas tarefas desta tarde.

Olhou-me de esguelha, observou o colega que estava atrás de mim na fila e (claro) veio a pergunta de sempre - Então e novidades ? anh?

-Não há novidades. Que novidades querias que houvessem? - perguntei-lhe fazendo-me de desentendida e alheada à insinuação na sua pergunta. 

- Como não há novidades? - pergunta-me decepcionada - O dos cavalos ? Ou, ou, o da Marinha !!! . 

Olhei para ela e confesso que parecia estar a ver uma criança pequena , naquela fase dos porquês. 

- Não Mary, não há novidades. Nem o dos cavalos, nem o da marinha. Não quero !

Juro que me olhou como se estivesse a ver um Alien e diz-me logo de seguida enquanto começa a caminhar para a saída - Tu não tens amor à vida .... 

Apesar do passo apressado em que já ia, tive tempo de lhe dar resposta: 

-Eu passei foi a ter muito amor à vida! 

21
Set15

Não há mais nada

Jessica

Não  há mais nada. As palavras estão gastas, os gestos são inúteis e o amor está consumido. Não há mais nada. 

Não há mais nada meu que eu te queira dar. Já quis. Arranjei-me muito bem por dentro, arrumei a "casa", pus-me bonita e perfeitinha, embrulhei o coração e fui com um grande sorriso por-to nas mãos. Os olhos grandes e brilhantes, o sorriso rasgado, a respiração acelerada, eu de vestido e descalça à tua espera, de coração nas mãos para te oferecer, orgulhosa do meu presente e tão feliz. Não me lembro ao certo do que aconteceu, não sei se aceitaste ou não, não sei o que pensaste nem como reagiste! 

Só me lembro de sentir o sorriso a desvanecer, de sentir a visão turva das lágrimas por cair, das mãos a tremer e do coração já desembrulhado no chão, o laço vermelho ao lado, e eu a cair de joelhos a apanhar os cacos. 

Mas hoje, não há mais nada. As palavras estão gastas, os gestos são inúteis e o amor está consumido. Não há mais nada.

05
Ago15

Ainda há dias

Jessica

Ainda há dias difíceis. Dias como os de hoje. 

Dias em que caiu num choro incessante que nada acalma. 

Ainda há dias difíceis.Dias como à instantes. 

Dias em que todas as memórias me assolam a alma e transbordam em lágrimas. 

Ainda há dias difíceis. Dias como esta tarde. 

Dias em que sinto um peso tão grande no  peito, que juraria poder morrer de dor. 

Ainda há dias difíceis. Dias como agora. 

Dias em que um pequeno pedaço de papel trás de volta um sabor a ti. 

Dias em que me afogo em comprimidos e deixo a saudade adormecer num travesseiro molhado de lágrimas. 

 

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